Arte

 

ARTE

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A arte como uma das características que nos tornam humanos e

nos acompanha desde tempos imemoráveis, é feito por pura vontade

e satisfação.

Sem ter, muitas vezes,  vantagem ou recompensa.

O que poderia inibir, ao contrário, é o que incentiva muitas pessoas

a se dedicarem a arte, seja musica, artes plásticas ou outras.

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Um mundo sem arte seria “um mundo do tédio total”. Muitos

artista não foram reconhecidos ou até mesmo hostilizados em seu tempo.

Caso clássico e bem conhecido é o de Van Gogh.  Não vendeu nenhum

quadro em toda sua vida.

Alguns historiadores dizem que vendeu apenas um. Hoje suas obras

valem milhões de dólares.

 

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Por outro lado temos Picasso que foi reconhecido, ficou
famoso e rico ainda em vida. A sua fama pode ser vista pela pequena
estória, que dizem ser verdadeira: “ Em um pequeno restaurante que
Picasso frequentava, já conhecido dos garçons, após a refeição, antes de
sair, fazia um desenho rapidamente em um guardanapo e entregava na hora
de pagar a conta. Certo dia com um novo atendente Picasso repetiu o que
sempre fazia. Fez o desenho e entregou. O rapaz olhou o papel e disse: –
O Senhor não assinou. Picasso respondeu: – Este desenho é para pagar a
conta, não quero ficar com todo o estabelecimento”.

Saindo dos extremos,certamente nenhum artista quer passar a vida toda

sem vender nada ou sonhar em ser um Picasso.

Hoje com meios de divulgação da Internet existem mais possibilidades

de se tornar visível. Certamente ninguém ficará rico nem famoso

do dia para noite.

A divulgação, persistência, a verdade no que faz, sem

dúvida, leva a resultados concretos.


Carlos Costa (agosto/2013)

 

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Nosso Tempo

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NOSSO TEMPO

 

Em nossos dias de tantas dúvidas e medos, muitas vezes, não sabemos o que
fazer. Procuramos encontrar um mestre um templo, uma ideologia, uma
promessa que preencha nossa existência. Em cada esquina um templo espera
por nós, cordeiros fiéis. Prometem nos mandar para o sétimo céu. Em um
templo dizem que sofremos aqui na terra para, termos a recompensa no
paraíso. Em outro afirmam que podemos ter tudo nesta vida mesmo, que não
precisamos sofrer.

Assim, pedimos riqueza, poder, amor e uma infinidade
de outra coisas.  Apenas um senhor muito poderoso poderia atender.
Tentamos adaptar as religiões de acordo com nossas preferências e
satisfação. Uma não serve por “isto”, outra tem “certos defeitos”, e
assim por diante.

Chegamos a pensar que, no futuro, cada pessoa terá sua
própria religião, aumentando o individualismo. Leis, dogmas, regras,
são a própria essência de qualquer sistema religioso. Cabe a cada um
aceitar ou não. Ter ou não ter fé.

Muitas vezes esquecemos que somos
seres humanos  antes de qualquer rótulo. Independentemente de

nossas crenças permaneceremos assim.

O Papa Francisco falou, sabiamente, que “ vivemos a época do humanismo
“desumano” e a globalização da “indiferença”. A tecnologia pode nos
levar a deixar de lado o “voltar-se para si mesmo”, a procura de um auto
conhecimento mínimo que nos leva ao conhecimento do outro. Apenas

assim podemos entender o que significa “humanizar” o humanismo e diminuir a
a nossa indiferença.


Carlos Costa / agosto/2013